Descubra outras 10 criptomoedas além do Bitcoin

Criptomoeda é um termo que foi criado para falar de moedas em formato digital, que são criptografadas através da tecnologia blockchain. Elas têm a características de não ser emitida por governos e nem autoridades. Elas são seguras porque não se pode falsificar uma delas.

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O lado ruim é que não possuem estabilidade garantida pelo governo. Mas, do mesmo jeito, é isso que permite que cada vez tenham valores maiores, podendo variar mais de 100% em um único dia. As operações (transações) acontecem em crypto exchanges, um tipo de corretora.

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Foto: (reprodução/internet)

O Bitcoin (BTC)

A ideia é citar as 10 criptomoedas além do Bitcoin, mas nada mais justo do que começar com ele, não acha? Estamos falando da mais famosa e mais negociada do mundo. Ela tem capitalização de mercado acima de US$ 1 trilhão.

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Foto: (reprodução/internet)

Foi a pioneira no uso do blockchain e deu largada para que as novas moedas virtuais criptografadas nascessem. A história por trás da moeda é curiosa, já que tem o nome de Satoshi Nakamoto por trás – mas, esse é um anônimo. A moeda começou a circular em 2009.

Atualmente, o Bitcoim é negociado em frações pequenas. Para se ter uma ideia, 0,00000001 BTC é o mesmo que 1 “Satoshi”. Agora que você conhece a criptomoeda mais poderosa do mundo, vamos as outras. Elas estão por ordem das mais para as menos conhecidas.

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1 – Ethereum (ETH)

Depois de seis anos da criação do BTC, veio a ETH. A Ethereum é de 2015 e é considerada hoje em dia a segunda maior de uso global. Ela tem um Market cap de US$ 250,5 bilhões, sendo mais ou menos ¼ do Bitcoin, que é a referência usada no mundo.

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Foto: (reprodução/internet)

Por ser a segunda mais importante e apesar da diferença de valor para o BTC, considere que ela tem sido muito usada como diversificação de investimento em criptomoedas. Tanto é que em 12 meses ela cresceu mais de 1.180% e chegou a um recorde de mais de US$ 2 mil.

Agora, um ponto bacana é observar que a grande vantagem da Ethereum é que, diferente do Bitcoin, a ETH foi criada para funcionar como ativo do mercado financeiro. Assim, dá para negociar contratos inteligentes, autoexecutáveis, além de empréstimos e seguros.

2 – Binance Coin (BNB)

Se a gente fosse fazer um pódio das três criptomoedas mais importantes do mundo, a BNB estaria na lista e com a medalha de bronze. Ela tem capitalização de US$ 77,5 bilhões e valor aproximado de US$ 505 para cada unidade.

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O nome é um dos fatos mais curiosos: ele vem de Binary com Finance. Sendo assim, é a moeda usada no Binance Exchange, que é uma bolsa de câmbio das criptomoedas. Antes, tinha o mesmo código da Ethereum, mas foi desvinculada como forma de pagamento. Desse modo, a BNB é usada para negociar mais de 150 outras criptomoedas nas corretoras.

3 – Ripple (XRP)

É a moeda virtual criptografada mais usada na plataforma da Ripple. Ou seja, é a moeda da mesma corretora. Ela tem capitalização de US$ 61,6 bilhões e valor de US$ 1,36. Um dos diferenciais é que permite a transferência em dinheiro em qualquer forma.

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Ela acontece em uma rede descentralizada, sendo que é como se fosse um banco universal que converte valores em várias moedas. Logo, o XRP não funciona bem como moeda de troca, mas norteia transações que acontecem na plataforma da Ripple.

4 – Dogecoin (DOGE)

Essa história é uma das mais interessantes a ser contada aqui. Ela foi criada em 2013 sendo uma espécie de criptomoeda divertida do Bitcoin. O símbolo vem de uma foto viral de um cachorro da raça Shiba Inu.

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Foto: (reprodução/internet)

O “problema” é que a brincadeira foi levada a sério e se viralizou. O resultado é uma criptomoeda que está entre as maiores do mundo, sendo que tem US$ 51,5 bilhões em capitalização e teve ganhos de 12.000% no último ano. Porém, o valor ainda é baixo: US$ 0,40.

Esse crescimento da DOGE, que fez chegar nessa quarta posição tem a ver com a fama que ganhou através de celebridades e empresários como Elon Musk. Após um tweet de Musk, sobre a moeda, a valorização foi de 100%.

5 – Tether (USDT)

Depois do sucesso do Bitcoin e da Ethereum veio a Tether. Porém, ela nasceu com um viés diferente: queria ser uma stablecoin, isto é, uma criptomoeda com valor estável. E essa criação foi em 2014.

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A ideia era suavizar a volatilidade das outras moedas digitais. E como é que fizeram isso? A Tether é atrelada a uma moeda física, que é o dólar americano. Logo, o sistema facilita a conversão, porém, a empresa está sendo julgada por falta de transparência. Atualmente, a capitalização de mercado é de US$ 48 bilhões, sendo a sexta maior do mundo.

6 – Cardano (ADA)

Talvez seja uma das mais recentes da lista, já que é de 2017. A Cardano é uma criptomoeda que está na luta para ser consolidada como opção viável do mercado. Ainda assim, a moeda tem market cap de US$ 39 bilhões e uma unidade valor US$ 1,23.

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O nome é um pouco diferente de tudo o que já falamos aqui é verdade. Mas, considere que isso é resultado de um projeto ambicioso de criar a primeira moeda do sistema financeiro global. E o código ADA é uma homenagem à programadora Ada Lovelace. A diferença para as outras moedas é a segurança das transações. A ADA é considerada mais segurada do que a Ethereum e o Bitcoin.

7 – Polkadot (DOT)

O valor da capitalização é de US$ 33 bilhões e vale US$ 35. Da mesma forma que o Cardano que citamos acima, ela tem um sistema diferente, criado por desenvolvedores do Ethereum, que deixou o projeto após algumas divergências e criou a Polkadot.

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Logo, a ideia não é a mesma da ADA, que é buscar a hegemonia e sim integrar os sistemas de blockchain para um uso simultâneo. Desse modo, o DOT surgiu para que as outras moedas pudessem operar no mesmo sistema, mas com funções diferentes. É o “parachains”.

8 – Litecoin (LTC)

Mais uma criptomoeda desconhecida da maioria, mas que está no top 10 das maiores do mundo é a Litecoin, que é uma espécie de sequência do Bitcoin. Ela foi lançada em 2011, depois da sua “mãe” e hoje tem US$ 17,8 bilhões de capitalização.

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A moeda transmite e valida transações em uma rede descentralizada, sendo que tem maior rapidez do que a Bitcoin. Curiosamente, acaba sendo uma das mais aceitas entre os comerciantes de alguns países.

9 – Bitcoin Cash (BCH)

De tantas variações que o Bitcoin teve, considere que o Bitcoin Cash é a modificação mais direta dele. Ela foi lançada em 2017 e tem valor aproximado de US$ 922, sendo que o market cup é de US$ 17,2 bilhões.

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A moeda nasceu da iniciativa de mineradores do BTC, que foram também os responsáveis por emitir as novas unidades de BTC. Logo, eles ficaram insatisfeitos com a lentidão da moeda e assim aperfeiçoaram a tecnologia criando a BCH, que é um sistema mais rápido.

10 – EOS

Considere que a plataforma EOS é de 2018 e foi criada por Brendam Blumer e Dan Larimer. O objetivo era ser um sistema de criação de apps que fossem descentralizados, os chamados dApps. Curiosamente, a ideia era resolver problemas do Ethereum.

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Logo, muita gente diz que o EOS é uma versão melhorada do Ethereum, ainda mais considerando a velocidade de processamento das transações. A EOS tem potencial para fazer milhares de operações por segundos e a oferta inicial movimentou US$ 4 bilhões.

Ah, uma curiosidade aqui. A variação na cotação e na capitalização é bem grande, sendo que além das citadas, considere que outras sempre aparecem na lista, como: USD Coin, Uniswap, Chainlink, Solana, Wrapped Bitcoin, Polygon, Stellar, Theta, etc.

Mas, quantas criptomoedas existem no mundo?

Se você não conhecia nenhuma ou a maioria dessas criptomoedas, além do Bitcoin, tudo bem. Porém, saiba que existem mais de 4 mil diferentes em circulação hoje em dia, conforme a consultoria do setor, a CoinMarketCap.

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O curioso é saber que milhares delas usam o mesmo sistema de criptografia e validação, que vem do blockchain e muitas estão dentro de grupos específicos de apoiadores, sendo que não possuem valor de compra ou investimento até o momento.

Saiba que as criptomoedas podem ser criadas a qualquer momento, sendo que o Bitcoin é a principal do mercado e tem 60% da capitalização total das criptomoedas. No site da Investing, onde há cotações de critpomoedas, você vê uma lista com 100 delas.

Vale a pena investir em criptomoedas?

E mais uma reflexão que muita gente faz é sobre o investimento nesse tipo de ativo. Considere que não há resposta única ou certa para isso. O fato é que estamos falando de uma opção que se posiciona dentro da renda variável, já que não tem rendimento fixo.

Além disso, está totalmente descentralizada dos governos, o que pode parecer arriscado e ao mesmo tempo trazer mais chances de valorização. O fato é que é um ativo totalmente volátil e considerado um dos mais arriscados da atualidade. Porém, para quem estuda, pode valer a pena.

Versão em espanhol: Descubre otras 10 criptomonedas además de Bitcoin